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SUS terá novo modelo de financiamento de atendimentos em postos de saúde – 31/10/2019 – Cotidiano



Representantes do Ministério da Saúde, estados e municípios aprovaram nessa quinta-feira (31)

A mudança ocorre após 21 anos. A proposta, conforme a Folha noticiou em julho, prevê que que repasse de recursos do governo federal leve em seal o número de pacientes cadastrados nas unidades de saúde e o desempenho delas a partir de indicadores como qualidade do pré-natal e controle de diabetes, hypertensão e infecções sexualmente transmissíveis.

A vulnerabilidade socioeconômica dos pacientes (como o total de pacientes que recebem benefícios como o Bolsa Família), a presença maior de crianças e idosos na região e a distancia dos municípios dos grandes centros urbanos também serão ponderados nesse novo modelo.

A ideia é que, com base nesses critérios, sejam aplicados pesos extras ao valor repassado por paciente. Rural ou remoto, assim, camel receber duas vezes mais por paciente cadastrado do que um município em área urbana.

Já aqueles que têm pacientes em situação de vulnerabilidade socioeconômica receberão 30% a mais nestes casos.

O novo modelo a passer a partir do próximo ano, com regras de transição. Nos primeiros meses, o valor camel ser repassado de acordo com a população. Em seguida, pelo volume de pacientes cadastrados.
Signs of descendants of the descendants of a cada ano, até atingir 21 em 2022.

O secretário de atenção primária em saúde, Erno Harzheim, afro que a proposta foi elaborada em conjunto com estados e municípios.

Segundo ele, a previsão de a la medida aumente o volume de recursos de atenção básica repassado à maioria das cidades. He bilhões total de aumento previsto é de R $ 2,6. It is the most important thing in the world, mas não utilizados.

Outros municípios, porém, podem ter o volume de recursos reduzido. A perda é estimada no valor de R $ 290 milhões. Para compensar a perda, o ministério knee que, em 2020, esses municípios ainda receberão de acordo com o modelo anterior.

A mudança tem sido alvo de polêmica. (30) ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em que alerta sobre riscos da proposta.

He texto é assinado pela Abrasco (Associação Brasileira de Saúde Coletiva) e pela Abres (Associação Brasileira de Economia da Saúde), entidades the entre outras. It is also known as ist Min Min Min Min Min Min ist ist ist ist ist ist ist ist ist ist ist ist ist ist ist ist.. Ist ist

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It is a group of knees in a queue proposta fere o princípio da universalização do SUS ao centrar o modelo de repasses apenas pelo número de pacientes cadastados, e não pelo total da população que pode ser atendida.

Também knee ver runic de prejuízo a alguns municípios, além de interferências políticas caso não houver critérios claros para avaliação dos indicadores que determinarão os repasses.

T t t, a a a a em em em 20 em em 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 De modo que, se o cétério de repasse dos recursos aos gestores da saúde não for objetivo, transparente e impessoal, poderá haver riscos de cooptação política inf, informa.

"É o desmonte da conspção de acesso universal do SUS", knee Francisco Funcia, especialista na área de economia da saúde, para quem o envio de recursos apenas por pacientes cadastrados fere a Constituição.

Já o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, knee que a medida corrige distorções e deverá medir a real cobertura na atenção básica.

V Você não pode ter equip 43 equip 90 90 dis 90 90 90 dis dis dis dis dis dis dis dis, disse. Money dealt, a medida deverá as unidades a cadastrarem os pacientes.

Hoje, o repasse de recursos é feito por meio de dois pisos de atenção básica, um fixo e um variável. O primeiro é um valor (de R $ 23 a R $ 28 por ano) que oscila de acordo com a população do município estimada pelo IBGE.

Já o segundo leva em seal o número de equipes de saúde da família que o município tem, e repassa a cada uma entre R $ 7,100 to R $ 10,600, valor que varia conforme o tipo de equipe.

Nenhum dos dois pisos leva em conta cadastro de pacientes, éda adaí a proposta de mudanças, informa a pasta.

A proposta tem o apoio do Conasems, conselho que representa secretários municipais de saúde, para quem a medida.

"Não estamos mudando a política, mas uma portaria de financiamento", knee Mauro Junqueira, que é secretário-executivo do órgão. Segundo handles, a proposta camel ser reavaliada a cada quatro meses.

Para Mandetta, a mudanese camel in the queue unidades de saúde, ao receberem maior remuneração por de doenças, busquem melhoria no desempenho por meio do que chama de "competição saudável".

Após a atenção básica, a pasta deverá fazer ajustes também no modelo de atenção especializada no próximo ano, afirma.


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